segunda-feira, 21 de julho de 2014


contra o racismo, Identidade, Jorge Aragão, Música no blog, Tributo a Martin Luther King, Wilson Simonal,
  Disponível em: http://sindicatoruralbprj.blogspot.com.br/2013/05/dia-13-de-maio-dia-nacional-de-luta.html


Amiga(o) do Blog,


A partir de agora o nosso Blog se apresenta com músicas relacionadas à luta contra a discriminação de toda espécie. Esse novo recurso pode ser pausado a qualquer momento, mas esperamos que ele seja mais um instrumento dinâmico para tratar o tema.


Grande abraço.










Postado por UMBERTINO A. DE CARVALHO NETO

sábado, 19 de julho de 2014

Tribunal dá razão a Universidade do Texas que usa raça como fator de admissão







Por: LUSA -  16 de Julho 2014, 06h20



Um tribunal norte-americano, com sede em Nova Orleães, concluiu na terça-feira que a Universidade do Texas pode usar a discriminação positiva para impulsionar a diversidade. O processo é referente ao caso de uma jovem caucasiana a quem foi negada uma vaga na Universidade do Texas, em Austin, em 2008. A Universidade do Texas utiliza a raça como um dos fatores de admissão de um quarto dos seus estudantes anualmente, favorecendo assim a entrada de estudantes pertencentes a minorias étnicas, sobretudo afro-americanos e hispânicos.    



sexta-feira, 18 de julho de 2014


Senhores, 

Doodle do Google homenageia NELSON MANDELA nesta sexta-feira, 18 de julho. Isso se dá pelo fato de se comemorar o aniversário de Nelson Mandela como Dia Internacional desde 2009. Ele foi premiado com o Nobel da Paz em 1993, pelo reconhecimento da sua luta pela igualdade racial na África do Sul, repercurtindo por todo mundo.

consciência negra, doodle google, Mandela, Nelson Mandela, Nobel da Paz,

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Direitos Humanos, discriminação, quilombolas, racismo, raça e gênero
Fonte: http://www.diarioliberdade.org/brasil/antifascismo-e-anti-racismo/38374-13-de-maio-a-luta-contra-o-racismo,-opress%C3%A3o-e-explora%C3%A7%C3%A3o-continua.html


Senhores,

Seguem abaixo algumas indicações de leitura. Todos esses documentos estão disponíveis na base de dados SCIELO (disponível em www.scielo.org/) e/ou BDTD IBCT (disponível em bdtd.ibict.br/).


  • Racismo, Violência e Direitos Humanos: Considerações sobre a Discriminação de Raça e Gênero na sociedade Brasileira. Autora: Dora Lucia de Lima Bertulio (Mestre em Direito Público pela Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil. Procuradora Federal da Universidade Federal do Paraná).
  • Desigualdade racial, racismo e seus efeitos - Autora: Maria Helena Rodrigues Navas Zamora (Doutorado (1999) em Psicologia Clínica pela PUC-Rio).
  • Saúde e comunidades quilombolas: uma revisão da literatura - Autores: FREITAS, Daniel Antunes et al .
  • Há algo novo a se dizer sobre as relações raciais no Brasil contemporâneo? Autores: Valter Roberto Silvério (Doutor em Ciências Sociais); Cristina Teodoro Trinidad (Doutora emPsicologia).

Esperamos que esses documentos sejam proveitosos para a construção do seu conhecimento.

Abraços.

Equipe do Blog.



 

quarta-feira, 16 de julho de 2014



Martin Luther King, Ronaldo Bôscoli, Tributo a Martin Luther King, Wilson Simonal,


Senhores, segue adiante uma música que vale a pena ser ouvida e lida com bastante atenção.



Tributo a Martin Luther King

Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá!
Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá!
Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá!
Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá!

Sim, sou um negro de cor
Meu irmão de minha cor
O que te peço é luta sim
Luta mais!
Que a luta está no fim...

Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá!
Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá!
Oh! Oh! Oh! Oh!
Cada negro que for
Mais um negro virá
Para lutar
Com sangue ou não
Com uma canção
Também se luta irmão
Ouvir minha voz
Oh Yes!
Lutar por nós...
Luta negra demais
(Luta negra demais!)
É lutar pela paz
(É Lutar pela paz!)
Luta negra demais
Para sermos iguais

Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá!
Para sermos iguais
Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá!
Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá!
Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá!
Ah! Ah! Ah! Ah!

Sim, sou um negro de cor
Meu irmão de minha cor
O que te peço é luta sim
Luta mais!
Que a luta está no fim...

Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá!
Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá!
Oh! Oh! Oh! Oh!

Cada negro que for
Mais um negro virá
Para lutar
Com sangue ou não
Com uma canção
Também se luta irmão
Ouvir minha voz
Oh Yes!
Lutar por nós...
Luta negra demais
(Luta negra demais!)
É lutar pela paz
(É Lutar pela paz!)
Luta negra demais
Para sermos iguais

Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá!
Para sermos iguais
Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá!
Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá!
Lá Lá Lá Lá Lá Lá Lá!
Ah! Ah! Ah! Ah! Ah!
Oh! Oh! Oh! Oh!

Composição: Wilson Simonal / Ronaldo Bôscoli



Postado por SILVÂNIA BASTOS DA SILVA

quinta-feira, 5 de junho de 2014


TOLERANTES À VIOLÊNCIA?


Essa semana queremos compartilhar esse artigo divulgado na CBN, pelo Alexandre Lemos, que retrata a experiência da Srª Suzana, vítima de tantas formas de violência. 

Essa história de vida e sobrevivência nos remete a reflexão sobre as estatísticas no Espírito Santo que comprovadamente é o Estado com maior índice de homicídios contra as mulheres. 

Leia o artigo e deixe a sua contribuição.

ES lidera estatísticas nacionais de violência contra mulheres


Há 4 anos, a cabeleireira Susana, de 50 anos, viveu um drama capaz de comover os corações mais insensíveis. Ela foi vítima do seu próprio companheiro, o mesmo a quem, durante dois anos, havia se dedicado totalmente e entregue sua confiança de esposa, de mãe e de amiga. O relacionamento dela com seu companheiro era comum, não tinha muita discussão, apenas coisas simples como em toda vida a dois. Com o passar do tempo, ela descobriu que ele era usuário de drogas, o que a fez perder a admiração pelo marido.

Quando ele percebeu que ela não mais queria estar ao seu lado, apresentou um comportamento diferente e passou a ser agressivo. Porém, ela não acreditava que um dia pudesse chegar ao ponto de agredi-la. 

Num fim de tarde de sábado, em janeiro de 2010, ele a convidou para fazer um passeio. Depois de ter entrado no carro, ela não se lembra de mais nada, apenas do momento quando acordou numa mata em Barra do Riacho, Aracruz. Ao acordar, ainda era madrugada e não conseguia enxergar muito o que estava à sua frente. Foi quando ela se deu conta que havia sido espancada.

Susana teve que passar por cirurgia, pois havia quebrado o maxilar e sofrido um traumatismo craniano. Depois de alguns dias de internação, ela foi se lembrando do que havia acontecido e procurou ajuda da polícia. Ficou amparada por medida protetiva durante seis meses.

Hoje, Susana pede que todas as mulheres, ao serem ameaçadas, que denunciem, e que não se calem. E espera que a sua história sirva de exemplo.

“O que eu peço às mulheres hoje em dia, que elas possam ser não a primeira Susana, mas essa segunda Susana, essa de agora, essa que quase morreu, essa que passou por uma casa abrigo, essa que sofreu. Que elas não se esqueçam e não passem o que Susana passou. E que elas tomem coragem de se reunir, de buscar alguém da Justiça, e nunca contar para qualquer pessoa”.

Números

Diferente da história de Susana, que conseguiu sobreviver às agressões, outras tantas não conseguiram o mesmo. Elas acabaram virando índices, e entraram na estatística, aumentando o número de mulheres mortas no Estado.

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que, entre 2009 e 2011, o Brasil registrou 16,9 mil mortes de mulheres por conflito de gênero, especialmente em casos praticados por parceiros íntimos. A pesquisa mostra que o Espirito Santo é o estado brasileiro com a maior taxa de feminicídios.

Dados da Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Espírito Santo também indicam que 10% dos assassinatos de 2013 foram de mulheres. De janeiro até 23 de fevereiro deste ano, do total de homicídios registrados, 8% tinham mulheres como vítimas. Das mulheres assassinadas, 77% estão na faixa etária entre 13 e 34 anos.

Dificuldades no atendimento

As mulheres vítimas de violência passam por diversas dificuldades. Membro do Fórum Estadual de Mulheres, Eusabeth Vasconcelos, aponta que um dos problemas que as mulheres encontram é logo quando entram nas delegacias.

“Um dos entraves é o acolhimento. Elas chegam na delegacia e os policiais perguntam se ela vai representar ou não vai representar? Ela não sabe o que é isso”.

Rede em Defesa da Mulher

Diante dessa realidade de violência contra a mulher capixaba, desde o último ano a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Vitória passou a funcionar 24 horas, inclusive aos sábados e domingos, período em que a violência doméstica mais acontece. Ainda na Grande Vitória existem delegacias especializadas na Serra, Cariacica, Vila Velha e Guarapari, mas não funcionam 24 horas.

No interior do Estado o problema é ainda mais grave, pois apenas nos municípios de Colatina, Cachoeiro de Itapemirim e São Mateus há delegacias especializadas, mas que também não funcionam 24 horas. Em Linhares, o espaço onde funcionará uma delegacia ainda está em reforma.

Para a subsecretária de Movimentos Sociais da Casa Civil do Estado, Leonor Araújo, há necessidade de ampliação do atendimento social à mulher.

“O nosso maior problema hoje em relação à políticas para as mulheres é o fortalecimento da rede que dá o subsídio para essa mulher que sofreu a violência. A gente tem que fortalecer todos os centros, criar mais centros especializados de atendimento à mulher. Nós temos que criar mais delegacias especializadas de atendimento à mulher. Nós precisamos ampliar essa rede”.

Em Vitória, além do atendimento policial especializado funcionando 24 horas, 200 mulheres também fazem uso do Botão do Pânico. O objetivo é fazer com que elas acionem o botão quando se sentirem ameaçadas. O aparelho permite a localização da vítima e o envio imediato de uma viatura policial para o socorro da ameaçada. 
Segundo a juíza Hermínia Azoury, Coordenadora Estadual da Mulher em situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário, o mais interessante é que não está ocorrendo reincidência de homens agressores.

“Nenhum agressor que foi processado ou que estava sob medida protetiva, cujas vítimas tinham em posse o botão do pânico, reincidiu porque eles sabiam que seriam presos. Esse aspecto inibidor foi extremamente relevante”.

Todos os dias uma nova mulher recebe o equipamento, transferido de outra em situação de menos risco. Há quase um ano do seu lançamento, o botão precisou ser acionado sete vezes, segundo o próprio Tribunal de Justiça, resultando em três prisões e em quatro mandados de prisão.

As histórias de Marias, Fátimas, Penhas, Adrianas e tantas outras que perderam suas vidas de forma prematura contribuíram para escrever essa triste página da história do Espírito Santo. Personagens da vida real que poderiam ter tido um final diferente.

Fonte: ALEXANDRE LEMOS | aljunior@redegazeta.com.br
Rádio CBN Vitória (93,5 FM)
Publicado: 08/03 - 10h34  


Postado por DAIANA DE SOUZA FRANCO MILANI